Entidades reúnem-se em Nova Iguaçu para debate
Venda de produtos de conveniência em farmácias tem opiniões divergentes
O Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro (CRF-RJ) participou de debate em Nova Iguaçu, no dia 22 de setembro, juntamente com a Coordenação de Vigilância Sanitária do Estado do Rio de Janeiro e a Associação do Comércio Farmacêutico do Estado do Rio de Janeiro (Ascoferj).
A mesa foi composta pelo presidente do CRF-RJ, Paulo Oracy Azeredo; pelas representantes da Vigilância Sanitária Marilia Alvim e Rosangela Seixas; pelo presidente da Ascoferj, Luis Carlos Marins; e pelo advogado especializado em legislação sanitária Gustavo Semblano.
A platéia, formada por profissionais de farmácias e drogarias da Baixada Fluminense, interagiu com os convidados fazendo perguntas e pontuando dificuldades do dia-a-dia no que diz respeito a licenciamento sanitário, SNGPC, aplicação de injetáveis.
Entre os diversos temas polêmicos colocados em debate, citaram a venda de produtos correlatos. O advogado e consultor jurídico da Ascoferj, Gustavo Semblano, lembrou que a Lei Estadual 4.663, de 2005, permite a venda de vários itens que não medicamentos, perfumaria e cosméticos. Entre eles, produtos dietéticos, líquidos e comestíveis de fácil manipulação e armazenagem, produtos de pequenas dimensões, como aparelhos de barbear, pilhas, cartões telefônicos, entre outros. Muitos deles já vendidos por farmácias e drogarias há muito tempo.
Por outro lado, o presidente do CRF-RJ defende que o foco da farmácia deve ser sempre o medicamento.
O próximo evento vai acontecer no dia 22 de outubro, em Campo Grande. É uma realização do CETE, patrocinada pela distribuidora de medicamentos Prosper e apoiada pela Ascoferj.